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portal Leo Dias 1 ano
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Bebê Rena: Perseguição vivida por humorista se torna a série mais vista no Brasil

Bebê Rena retrata a história real viviada pelo humorista Richard Gadd, que escreveu e interpretou o seu próprio personagem na série, durante 4 anos

Atualmente na 1ª posição entre as séries mais assistidas da semana na Netflix, “Bebê Rena tem dado o que falar desde que foi lançado, por retratar em 7 episódios uma história real vivida pelo ator e comediante escocês Richard Gadd quando foi vítima de uma perseguidora e predadora sexual durante 4 anos. 

Na trama, o próprio Richard Gadd  interpreta Donny Dunn, um garçom que tenta a vida como humorista nas horas vagas, em Londres. Porém, após ser gentil com uma mulher mais velha e aparentemente inofensiva,  “Martha” (Jessica Gunning), enquanto ele trabalhava no balcão de um bar, passa a despertar nela um interesse sufocante que logo se transforma em uma completa obsessão e perseguição, que vira sua vida de cabeça para baixo.

Ao longo dos quatro anos em que foi perseguido por “Martha”, Gadd recebeu 41.071 e-mails, 350 horas de mensagens de voz, 744 tweets, 46 mensagens no Facebook e 106 páginas de cartas, além de presentes como remédio para dormir, um gorro, uma cueca samba-canção e um brinquedo de rena, que inclusive vale ressaltar que o nome da série vem do apelido que a stalker deu ao comediante. 

Veja as fotos

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A atração, que está sendo sucesso no streaming, é uma adaptação da peça homônima de Richard Gadd, que estreou no Festival de Edimburgo, em 2019. 

“No início, todos no bar acharam engraçado que eu tivesse uma admiradora. Então, ela começou a invadir minha vida, me seguindo, aparecendo nos meus shows, esperando do lado de fora da minha casa”, disse Gadd recentemente ao jornal britânico The Times.

A peça conquistou prêmios no Reino Unido. Em seu roteiro, Gadd buscou fugir dos clichês, revelando a confusão moral envolvida na relação entre os dois personagens da realidade. 

Ele não queria que a trama fosse maniqueísta. “Seria injusto dizer que ela era uma pessoa horrível e eu uma vítima. Isso não parecia verdade”, disse em 2019. 

Emocionalmente abalado, o protagonista demora a entender a gravidade da situação, de início lisonjeado pelo interesse da mulher (hoje, ela está legalmente impedida de entrar em contato com ele).

Um dos objetivos do humorista era retratar um caso de perseguição realista, que não recorresse a estereótipos comuns. Para atingir esse resultado, a série mistura gêneros. É comédia, mas também suspense e drama. Tem camadas e não desumaniza nenhum dos lados.

“Stalking, na televisão, tende a ser muito sexualizado. Tem um ar místico. É alguém em um beco escuro. É alguém que é muito sexy, muito normal, mas depois fica estranho aos poucos. Mas a perseguição é uma doença mental. Eu realmente queria mostrar as camadas disso de uma forma humana que eu nunca tinha visto em uma produção”, explicou Gadd para o portal Tudum, da própria Netflix.