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Fofa e visualmente impecável, “Flow” é a animação mais diferente do Oscar 2025

Longa da Letônia ainda concorre em Melhor Filme Internacional contra "Ainda Estou Aqui"

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*As informações contidas neste texto são de responsabilidade dos colunistas e não expressam necessariamente a opinião do portal LeoDias.

          As animações são muitas vezes pensadas para crianças por conta do visual colorido e histórias fantasiosas. Porém, no caso de “Flow”, que estreia nesta quinta (20/2) nos cinemas brasileiros, até mesmo o adulto com o coração mais gelado vai se emocionar.

          O desenho assinado pelo diretor Gints Zilbalodis vem da Letônia, e concorre ao Oscar de Melhor Animação e de Melhor Filme Internacional (contra “Ainda Estou Aqui”). As duas indicações são mais do que justas ao longa, que possui inúmeras virtudes.

          Veja as fotos

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          A história mostra a perspectiva de um gato preto, sem nome e sem falas, tentando sobreviver em meio a um dilúvio. Apesar da temática parecer catastrófica na primeira leitura, o roteiro é bem escrito o suficiente para que o espectador não note que ali está acontecendo um desastre.

          O bichano deixa tudo para trás e vai, aos trancos e barrancos, se virando como dá. No caminho, ele conhece outros animas, cada um com uma característica marcante e carismas inenarráveis. Uma capivara, um cachorro, uma ave de rapina e um lêmure. Também sem falas e sem nomes.

          A falta de caracterização antropomórfica nos personagens é um grande mérito da animação. A história se baseia em tudo o que você vê na tela, e ganha o público pela expressividade dos animais.

          As emoções representadas são facilmente transmitidas para o espectador, que ora tem um ataque fofura, outra ri, outra rói as unhas pelo suspense e também aperta o coração nos momentos mais tristes.

          Pelas situações adversas no cenário apocalíptico, as situações ajudam a todos os animais a construírem uma bela amizade no fim, mesmo com altos e baixos no caminho. A fuga das palavras de afirmação por conta dos personagens sem falas mostram que o mais importante é aquilo que não é dito.

          Fora dos clichês hollywoodianos de tentar fazer o público chorar no clímax, “Flow” termina próximo do ponto de partida, e não tenta dar nenhuma lição de moral. É um filme cru, que vem da alma.

          Visualmente, o longa é um show a parte. Com textura de pincéis e cenários naturais extremamente realistas, o desenho recebeu o carinho da comunidade que acompanha animação nas redes sociais. Isso porque “Flow” foi feito no Blender, um programa de código aberto e muito cultuado na web.

          Numa rápida 1h25, você vai se identificar com os personagens e sair da sala de cinema mais leve. Além de belo e fofo. Sua maior virtude é ser diferente, e trazer um ar único para as animações com uma sutileza inédita.

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