MP da Espanha mantém pedido de prisão de Carlo Ancelotti por fraude fiscal
Treinador do Real Madrid pode pegar quatro anos e noves meses de prisão

O Ministério Público da Espanha confirmou o pedido de pena de quatro anos e nove meses de prisão para o treinador Carlo Ancelotti, do Real Madrid, nesta quinta-feira (3/4). O motivo seria a ocultação de parte da renda de seus direitos de imagens às autoridades espanholas.
De acordo com o MP, o técnico fraudou em 2014 e 2015 cerca de 1 milhão de euros (cerca de R$ 6,3 milhões na cotação atual). O caso aconteceu durante sua primeira passagem pelo time merengue. No entanto, o Ministerio Publico solicita uma multa de 3,1 milhões de euros (R$ 19, 9 milhões).
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Durantes sua defesa, o advogado do treinador, Carlos Zabala, afirmou que Ancelotti não tinha conhecimento do contrato assinado com o clube espanhol. “O Sr. Ancelotti não foi totalmente claro sobre o que estava assinando”, pontuou o defensor do técnico, que solicitou absolvição de Carlo.
O treinador, afirmou que assinou contrato de federação em julho de 2013, quando chegou a Madri. Nesse acordo, o italiano concordou que 15% do salário seriam pagos por direitos de imagem. Ele indicou que somente em 2018 tomou conhecimento do caso que está sendo julgado.
Ancelotti foi sondado para ser técnico da Seleção Brasileira após a Copa do Mundo de 2022, no Catar, mas não houve acordo. Logo após a Saída de Dorival Júnior, na última sexta-feira (28/3), o nome do espanhol foi veiculado como possível nome para o cargo, porém o treinador disse que nunca foi procurado.
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