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portal Leo Dias 1 ano
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MP pede novo exame psicológico antes de liberar Nardoni para regime aberto

Alexandre Nardoni foi condenado por matar a própria filha, Isabella Nardoni, em 2008.

          O Ministério Público de São Paulo (MPSP) entrou com uma nova solicitação na última quarta-feira (24/4) à Justiça para que Alexandre Nardoni faça outro exame psicológico antes que seja avaliada a possibilidade de progressão de pena. Nesta semana, os laudos do exame que o condenado por matar a filha apontaram que não há contraindicação psiquiátrica para que ele cumpra o final da pena em regime aberto. As informações são do G1.

          O pedido do MPSP reforça a solicitação feita anteriormente para que Alexandre passe pelo Teste de Rorschach, conhecido como “borrão de tinta”. O órgão alegou que o teste é necessário para “garantir a efetividade do benefício, caso seja concedido”.

          No documento, protocolado junto ao Departamento Estadual de Execuções Criminais (DEECRIM) da 9ª Região Administrativa Judiciária, o Ministério Público de São Paulo destacou que “Nardoni apresentou elementos de possível transtorno de personalidade”, o que gera “dúvida sobre sua real capacidade de ser reintegrado de forma segura à sociedade”.

           

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          Alexandre Nardioni
          Alexandre Nardioni
          Alexandre Nardioni foi condenado por ter assassinado a própria filha dem 2008
          Alexandre Nardioni foi condenado por ter assassinado a própria filha dem 2008
          Ministério Público pede novo exame psicológico antes de liberar Nardi para regime aberto
          Ministério Público pede novo exame psicológico antes de liberar Nardi para regime aberto

          Outro ponto que o MPSP frisou foi o fato de o condenado “não assumir a responsabilidade pela morte da filha”, o que, na visão do órgão, “indica, sem dúvida, que ele não absorveu a terapêutica penal a contento”, segundo um trecho da manifestação. Além disso, a promotoria considerou longa a pena que Alexandre ainda deve cumprir e anteriormente havia manifestado-se contra a progressão em regime aberto. O pedido será avaliado pelo Ministério Público de São Paulo, decidindo se Nardoni fará ou não o Teste de Rorschach.

          Segundo o advogado do condenado, Roberto Podval, “o exame criminológico não se diferencia do comportamento do Alexandre durante todo o período em que esteve preso. Já não há razão técnica ou jurídica que impeça sua progressão”, declarou em nota enviada ao G1.